Regulamento

 

 

ALAGOAS CUP 2017 / RALLY BAJA

REGULAMENTO

 

A FEDERAÇÃO ALAGOANA de MOTOCICLISMO - FAM, sendo a única entidade capaz e legitimada por lei a: autorizar, aprovar, coordenar, planificar e supervisionar atividades motociclísticas no estado de Alagoas, apresenta o presente regulamento, que entra em vigor na data de sua publicação e tem vigência até 31 de dezembro de 2017 sendo aplicado em toda e qualquer prova da modalidade Rally Baja no Campeonato da Alagoas Cup.

 

ART.01- Este regulamento entrará em vigor a partir do momento de sua publicação e divulgação pela organização da Alagoas Cup e pela FAM junto aos seus filiados.

ART.02. DEFINIÇÃO

A Alagoas Cup é uma Copa de Rally Baja disputada em até 07 (sete) etapas, conforme calendário abaixo:

     1ª Etapa – 04/ FEVEREIRO

     2ª Etapa – 11/MARÇO

     Data reserva – 20/MAIO

     3ª Etapa – 10/JUNHO

     4ª Etapa – 08/JULHO

     5ª Etapa – 16/SETEMBRO

     6ª Etapa – 11/NOVEMBRO

2.1 A temporada 2017 da Alagoas Cup só terá validade se forem realizadas no mínimo 04 (quatro) etapas completas.

2.2 A Alagoas Cup Rally Baja 2017 será disputada somente por pilotos individualmente, respeitadas suas categorias.

2.3 – A Alagoas Cup Rally Baja poderá utilizar os nomes comerciais “BAJA AL” e “AL CUP”. Todas as peças promocionais ou informativas onde esses nomes comerciais aparecerem, estarão se referindo a Alagoas Cup Rally Baja.

2.4 – Qualquer etapa da Alagoas Cup poderá ser disputada concomitantemente com o Campeonato BRASIL NORDESTE de Rally Baja. Nestes casos cada especial disputada valerá por ambos os campeonatos.

ART.03 - RALLY BAJA

O Rally Baja é uma prova esportiva de velocidade disputada em terrenos variados naturais e/ou modificados/adequados com o objetivo de colocar em mérito a resistência, o condicionamento físico, e a perícia dos pilotos, assim como a resistência das máquinas. Para chegar ao fim de cada etapa, o piloto deve seguir as indicações colocadas pela organização de prova sobre a rota feita através de placas sinalizadoras no decorrer do percurso. Poderá também ser utilizado bump (fita demarcatória) adicional ou qualquer outro meio indicativo para reforçar ou melhorar a percepção da sinalização e a visibilidade dos pontos de maior risco.

O terreno é composto na sua maior parte de paisagens naturais em trilhas rústicas, caminhos estreitos, e estradas vicinais, podendo ser, ou não, modificados pelo organizador, tudo de acordo com o que se fizer necessário e conveniente dentro do possível, para um mínimo risco dentro destes, além de eventuais vias públicas abertas, estarão as montanhas, ribanceiras, ladeiras íngremes, seções rochosas, dunas, rios, leitos secos de rios, trilhas de lama, vegetação natural, arbustos, gramas altas, florestas, estrada de asfalto, trilhas off road, etc.

Um Rally Baja é composto de trechos de deslocamento, trechos cronometrados chamados Provas Especiais (PEs) e Controles Horários (CHs). Sempre em conformidade com o Código Esportivo da Federação Internacional de Motociclismo (FIM); Regulamento CBM para o Rally Baja; Regulamento Particular da Prova.

ART.04 - ETAPAS E PROVAS DIÁRIAS:

Cada dia de competição (etapa) será composto por até 4 (quatro) provas conforme o regulamento particular divulgado previamente (site e/ou Facebook), e estas provas poderão ser divididas em um ou mais setores seletivos Caso alguma prova não venha a acontecer seja por qual motivo for, ou se não for homologada não constará na classificação final da etapa.

O número, tamanho das etapas e dos setores seletivos deverão ser adaptados às dificuldades do traçado, de tal forma que a prova se desenrole durante o dia para todos os concorrentes (com luz natural). A organização das etapas poderá fornecer planilha ou mapas de orientação, tracklogs e way points de GPS para os deslocamentos caso haja necessidade de complementar a sinalização.

ART.05 - CONDIÇÕES DE PROVA:

5.1 - As motos deverão ser específicas de Enduro e/ou Motocross e/ou Rally e deverão estar em condições seguras de uso (freios, suspensão, manetes, para-lamas, tanques de combustível, etc.).

5.2 - De acordo com as normas/regulamentos da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) e o Código Brasileiro de Trânsito fica proibida a participação de menores de idade nas provas realizadas em circuito aberto. Para provas realizadas em circuito fechado, a participação de menores de idade nas provas só será aceita mediante termo de responsabilidade assinado pelos pais com firma reconhecida em cartório.

5.3- O Diretor de Prova está encarregado da aplicação do regulamento durante o decorrer de cada prova, e poderá consultar o Júri, constituído por Comissários Esportivos caso haja necessidade.

Toda reclamação sobre a aplicação deste regulamento particular, adendos e demais atos da direção de prova e seus representantes, devem ser encaminhada por escrito ao júri da prova através do diretor de prova.

ART.06 - EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA:

Devido a característica de risco inerente ao esporte Off-Road no qual voluntariamente os Pilotos se habilitam a correr, a FAM e/ou a organização da prova sob nenhuma hipótese será responsável ou poderá ser responsabilizada, pelo uso ou não, de equipamentos individuais de segurança ou por qualquer lesão decorrente da participação na prova que venha a acontecer ao piloto, ao seu veículo, ou equipamentos durante a realização da prova.

6.1 – Cabe a CBM e/ou a FAM e/ou ao organizador da prova unicamente a organização, gerenciamento técnico, fiscalização, apuração, classificação, e resultado, ficando claro e determinado que os pilotos são responsáveis pelos seus equipamentos individuais de segurança e deverão usar os equipamentos indicados à prática do Off-Road, sendo obrigatório no mínimo: Capacete, óculos, camisa manga longa, luvas, calça e botas. Sendo ALTAMENTE RECOMENDADO para motos e quadriciclos o uso de joelheiras, cotoveleiras, colete, cinta abdominal e protetor de pescoço.

Para a categoria UTV os equipamentos de segurança estão especificados no artigo 11.8.

ART.07 - PONTUAÇÃO PARA CADA ETAPA:

7.1 A cronometragem e apuração estão sob a responsabilidade do Diretor de Prova. Somente pilotos que efetivamente passem pelo controle de chegada de cada prova, tendo cumprido no mínimo de 70% dos controles de roteiro poderão figurar nos resultados como classificados.

7.2 MOTOS E QUADRICICLOS: nestas categorias, a primeira volta sempre será de reconhecimento, não valendo tempo para a classificação final. Para definição da classificação cada piloto somará seus tempos obtidos em 2 (duas) das provas realizadas a cada etapa. Quem obtiver o menor tempo na soma das provas realizadas será declarado campeão da etapa.

7.3 UTVs: cada piloto ganhará pontos em cada uma das provas em que ele participar, os pontos serão obtidos de acordo com sua classificação em cada prova de acordo com a tabela abaixo: 

Classif.

Pontos

Classif.

Pontos

Classif.

Pontos

20

10

11º

05

17

09

12º

04

15

08

13º

03

13

07

14º

02

11

10º

06

15º

01


Ao final da etapa, formada por suas provas e/ou os setores seletivos, que, em sendo concluídas forem aproveitadas, o piloto que somar o maior número de pontos em sua categoria será declarado o campeão ou terá sua classificação computada conforme esta pontuação obtida.

7.4 Só poderão fazer parte dos classificados ao final do campeonato, os pilotos que estiverem filiados e quites com a CBM / FAM até a segunda etapa do campeonato. Em hipótese alguma será incluído o nome de pilotos não federados na relação dos finalistas.

ART.08 - DESCARTE E DESEMPATE POR ETAPA:

8.1 MOTOS E QUADRICICLOS: nestas categorias, caso ocorra empate na soma dos tempos em uma das classificações, o desempate se dará pela volta mais rápida na última prova realizada no dia, independente ou não da participação dos pilotos envolvidos no empate.

8.2 UTVs: caso haja empate entre um ou mais pilotos em uma das classificações, o primeiro critério de desempate será o maior número de vitórias em provas, se persistir o empate, o maior número de segundos lugares, terceiros e outras posições subsequentes.

Caso permaneça o empate, o desempate se dará pela melhor classificação na última prova realizada no dia, independente ou não da participação dos pilotos envolvidos no empate.

ART.09 - PONTUAÇÃO PARA O CAMPEONATO:

9.1 MOTOS E QUADRICICLOS: nestas categorias, O resultado do campeonato corresponde ao somatório de cada uma das etapas realizadas, disputada ao longo do campeonato (pontos conquistados), menos os pontos da pior etapa – descarte (N-1); este resultado independe da participação no evento em questão.

9.2 UTVs: O resultado do campeonato corresponde ao somatório de cada uma das provas realizadas, disputada ao longo das etapas do campeonato (pontos conquistados), menos os pontos das 3 (três) piores provas – descarte (N-3); este resultado independe da participação no evento em questão.

9.3 Serão declarados vencedores, os pilotos que obtiverem o maior número de pontos no campeonato, obedecendo a regra acima, dentro das respectivas categorias. Na hipótese de empate na classificação ao final do campeonato, os critérios de desempate serão na seguinte ordem: será definido a favor do piloto que obtiver o maior somatório de pontos, eliminando-se o critério de descarte, persistindo o empate, será definido a favor do piloto que houver obtido nas provas o maior número de vitórias, maior número de segundos lugares, maior número de terceiros lugares e assim sucessivamente. Caso ainda persistir o empate valerá o melhor resultado na última etapa em que no mínimo um dos envolvidos tenha participado.

ART.10 - REGULAMENTO PARTICULAR:

Deverá ser divulgado na semana do evento, onde deverá constar o nome do Diretor de Prova, membros do júri, número de voltas e quilometragem de cada etapa, horário e local de largada e chegada do primeiro competidor, locais de abastecimento e outras informações julgadas de relevância.

ART.11 - CATEGORIAS:

A Alagoas Cup Rally Baja será disputada em 12 categorias são elas:

11.1 - Categoria B1 - Super Production – SPD

     MOTOS IMPORTADAS: 4T acima de 251cc e 2T de acima de 130cc

     Protótipos acima de 351cc.

     Preparação: Livre para motor, carburação e suspensão, inclusive pode ter motor reserva que poderá ser substituído durante a prova.

11.2 - Categoria B2 - Marathon - MAR

     MOTOS IMPORTADAS: 4T até 250cc e 2T até de 125cc

     Preparação: Livre para suspensão, carburação, etc.

     Motor original da motocicleta ou de inferior cilindrada.

     Manutenção: apenas a embreagem poderá ser substituída durante uma etapa.

11.3 - Categoria B3 - Brasil Super – BRS

     Motos: a partir de 125cc até 440cc (2 ou 4 tempos / somente Fabricadas no Brasil)

     Preparação: Livre para motor, carburação e suspensão, inclusive pode ter motor reserva que poderá ser substituído durante a prova.

11.4 - Categoria B4 - Brasil Turismo – TUR

     Motos: a partir de 125cc até 440cc (2 ou 4 tempos / somente Fabricadas no Brasil)

     Preparação: Motor, carburação e suspensão original (livre preparação).

  Obs: Categoria destinada à pilotos estreantes. Não serão aceitas inscrições de pilotos campeões de qualquer modalidade off Road nesta categoria (exceto enduro de regularidade).

11.5 - Categoria B5 – Over 40

     Essa categoria será constituída pelos pilotos nascidos até o ano de 1976, com motocicletas de fabricação nacional ou importadas.

11.6 Quadriciclos Super Production- QSP

   Quadriciclos com motorização até 1300 cc com preparação livre, com tração 4x2 ou 4x4.

    Preparação: Livre para motor, carburação e suspensão, inclusive pode ter motor reserva que poderá ser substituído durante a prova.

11.7 Quadriciclos Production- QPD

   Quadriciclos com motorização até 420cc com preparação livre com tração 4x2 ou 4x4.

   Preparação: Motor e carburação original, suspensão livre.

 

11.8 CATEGORIA UTVs

UTV - é um veículo de todo-o-terreno (off-road) com quatro rodas, uma em cada extremidade diagonal, consistido numa unidade integral completa com lugares para um ou dois tripulantes sentados, dirigido por um volante, produzidos por diversos fabricantes internacionais que utilizam motor de moto com caixa de velocidades automática. É tripulado por um piloto e opcional o co-piloto (navegador).

Para veículos de construção artesanal ou produzido em série essencialmente por fabricantes chineses, podem-se utilizar motores de auto ou de moto, com caixa integrada ou não e com comando manual ou automático.

É permitida a alteração do motor, para motores originalmente de motocicletas, desde que a sua cilindrada não ultrapasse os 1299cc para motores com caixa de velocidades de comando automático (sequencial ou CVT).

É permitido o uso e/ou alteração para motores originalmente de automóveis, desde que a sua cilindrada não ultrapasse os 1100cc neste caso sendo obrigatório a caixa de velocidades automática, tipo CVT. Sendo permitido neste caso motores turbo-comprimidos.

Características técnicas e itens de segurança obrigatórios da categoria UTV:

  1. O concorrente deste tipo de veículo deve estar protegido por capacete, óculos no caso de capacetes de MotoCross e/ou abertos e luvas. Recomendado o uso de indumentária (macacão) de material anti-chamas homologados para competição. Proibido o uso de camisetas de mangas curtas e proibido o uso de shorts ou bermudas.
  2. Obrigatório o uso de redes laterais protetoras nas duas portas, travadas nas 4 faces.
  3. Obrigatórios bancos em forma de concha homologados para competição.
  4. Obrigatórias portas (alumínio ou plástico rígido) ou similar fechado desde que proteja a área das mesmas nas laterais do UTV.
  5. Obrigatório a existência de cintos de segurança de no mínimo 4 (quatro) pontos fixos a estrutura do veículo e/ou 5 (pontos) recomendado.
  6. A parte de cima do teto tem que ser fechada (Chapa, Fibra, Plástico) e com travamento;
  7. O UTV deverá estar munido de um corta cintos no seu interior.
  8. Rádio VHF – frequências da organização e da prova fornecidas por cada organizador (pode ser rádio portátil).
  9. Reforço na estrutura tubular do veículo, conforme anexo e homologado pelo departamento técnico da CNR- CBM que será detalhado e publicado em adendo anexo;
  10. Um espelho retrovisor no mínimo.
  11. É recomendado nestes veículos ter instalado um dispositivo de corta-corrente (com sinalização adequada) capaz de fazer parar o motor do veículo em qualquer situação, quer pelo piloto no interior ou outras pessoas no exterior.
  12. É recomendada a existência de no mínimo um extintor de 2,0kg ou mais no interior do veículo e de fácil acesso.
  13. Cinta de Reboque com mosquetões.
  14. Entende-se por original somente as peças dos modelos específicos, conforme Nota Fiscal de fábrica. Assim cada piloto deverá acompanhar com a Nota Fiscal para ter certeza que vieram no modelo especifico.

11.8.1 - UTV – Production

     Para veículos com até 95 HP de potência original de fábrica - Polaris até 900cc e Can-AM Comander de qualquer cilindrada;

     Roda e pneus livres;

     Pastilha de freio livres;

     Correia do CVT livre;

     Barra de direção livre;

     Barra de convergência livre;

     Filtro de ar livre;

     Escamento livre;

     Refrigeração: livre;

     Programação de ECU e módulo livre;

     Amortecedores: obrigatório ser o original do veículo, sendo permitida troca da mola, troca de óleo e revalvulamento;

     Motor e CVT obrigatório original do veículo.

Obs: o item que não estiver especificado aqui como livre deverá ser o original do veículo.

11.8.2 - UTV – Production MASTER

Os mesmos itens técnicos da categoria Production

Obrigatória para os pilotos que já correram nesta categoria na Alagoas Cup em 2016 e para os 3 (três) melhores pilotos por índice técnico (desempenho e pontuação conquistada nas provas corridas) da categoria Production na temporada 2016 da Alagoas Cup, ou que tenham handicap dentro da competição, conforme julgado e definido pela organização do campeonato.

Obs: Esta categoria SÓ EXISTIRÁ dentro da temporada 2017 da Alagoas Cup, caso haja pelo menos 5 (cinco) pilotos inscritos e confirmados na primeira etapa da temporada.

11.8.3 - UTV - SuperProduction

  Permitido qualquer UTV aspirado com câmbio CVT.

  Veículos com até 95 HP de potência original de fábrica que não se enquadrem na categoria Sport;

  Não é permitido adição de turbo;

  Roda e pneus livres;

  Pastilha de freio livres;

  Correia do CVT livre;

  Barra de direção livre;

  Barra de convergência livre;

  Filtro de ar livre;

  Escamento livre;

  Refrigeração: livre;

  Programação de ECU e módulo livre;

  Amortecedores: obrigatório ser o original do veículo, sendo permitida troca da mola, troca de óleo e revalvulamento;

  Motor e CVT obrigatório original do veículo;

  Bitola máxima 190 cm.

Obs: o item que não estiver especificado aqui como livre deverá ser o original do veículo

11.8.4 - UTV – SuperProduction MASTER

Os mesmos itens técnicos da categoria Superproduction

Obrigatória para os pilotos que já correram nesta categoria na Alagoas Cup em 2016 e para os 3 (três) melhores pilotos por índice técnico (desempenho e pontuação conquistada nas provas corridas) da categoria SuperProduction na temporada 2016 da Alagoas Cup.

Obs: Esta categoria SÓ EXISTIRÁ dentro da temporada 2017 da Alagoas Cup, caso haja pelo menos 5 (cinco) pilotos inscritos e confirmados na primeira etapa da temporada.

11.8.5 - UTV – PRÓ / Turbo

  Para todos os UTVs turbos (superalimentados) somente com câmbio CVT.

  Permitido o uso de câmbio sequencial para UTVs aspirados.

  Chassis livre, permitido reforços.

  Pontos de fixação de motor e suspensão livres.

  Todos os UTVs independente da cilindrada que não se enquadrem nas outras categorias.

11.9. REFORÇOS NA ESTRUTURA TUBULAR DOS UTVS.

11.9.1. É obrigatório o reforço na estrutura tubular dos veículos em competição, a fim de fortalecer a estrutura da gaiola original, visando maior segurança aos competidores em caso de acidente.

11.9.2. O material utilizado nos reforços estruturais deve ser no mínimo com tubos de aço carbono (Aço 1020) sem costura trefilados, medida 38mm x 2,5mm. Esse aço é utilizado como matéria-prima em vários segmentos de mercado e em diversas aplicações que exijam precisão dimensional e resistência mecânica. Esses tubos são produzidos conforme normas internacionais de fabricação (DIN 2391).

11.9.3. Os pontos de fixação deverão ser através de braçadeiras o que nos dá uma maior resistência mecânica e praticidade de montagem, ou soldadas desde que aprovada pela vistoria técnica.

11.9. 4. Os desenhos das estruturas devem seguir o especificado no Regulamento de Rally Cross Country 2017 da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo.

ART.12 - NAVEGADOR

O uso do navegador para a categoria UTVs será facultativo, e não haverá pontuação a cada etapa, nem classificação geral no campeonato para navegadores.

ART.13 - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE EXPERIÊNCIA DO PILOTO:

Uma comissão técnica da FAM e/ou da organização da Alagoas Cup classificará os pilotos conforme sua experiência e resultados em provas anteriores, promovidas por ela e/ou outras Federações e/ou a CBM, distribuindo-os em cada nova categoria.

Para o caso dos pilotos não conhecidos da comissão técnica, poderá ser consultado na internet e com outras Federações sobre o nível técnico daquele piloto, se mesmo assim não se puder definir a categoria a que pertence o piloto, o mesmo poderá se inscrever na categoria que lhes convier, porém se no desenrolar da prova o piloto inscrito em uma categoria mais baixa, obtiver os tempos nas especiais entre os 02 primeiros da categoria principal, o mesmo poderá ser a critério da comissão julgadora, penalizado com 1 minuto e/ou TRANSFERIDO para a categoria principal.

ART.14 - CRONOMETRAGEM:

Será feita através de sistema GPS, podendo também ser feita ou não por equipamento Fotocélula e/ou máquina coletora de tempo na chegada. A largada será no minuto fechado. Será utilizado também o sistema GPS para verificar eventuais cortes de caminho.

Obs: A organização da Prova poderá determinar tantos Postos de Controle de Roteiro (PCR) quantos achar necessário para a certificação do cumprimento do trajeto estabelecido. Tais PCR poderão virtuais (way points pré-determinados) computados por GPS oficial.

As penalidades para cada Way Point não cumprido é de 3 (três) minutos para cada WPT faltante.

ART.15 - ORDEM DE LARGADA:

Será definida em cada categoria em função da classificação na etapa anterior da Alagoas Cup juntamente com a classificação do campeonato vigente. Novos concorrentes e demais pilotos serão classificados pelo nível técnico.

Pilotos que se inscreverem por último poderão largar no fim de sua categoria. O intervalo será de 30 (trinta) segundos a 2 (dois) minutos entre pilotos, outro valor poderá ser usado para os quadriciclos e/ou UTVs.

ART.16 – TERMINOLOGIA:

  PROVA ESPECIAL (PE) = Prova de velocidade contra o relógio;

  DESLOCAMENTO = Trechos de ligação do roteiro oficial da prova fora das PEs;

  ETAPA = Cada um dos dias do Rally Baja separados por uma parada de descanso;

  TEMPOS MÁXIMOS PERMITIDOS = Tempo máximo permitido para cada trecho de ligação e PEs, o qual se ultrapassado resultará na aplicação de uma penalidade fixa;

  PENALIDADE FIXA = Uma penalidade em tempo a ser acrescida às penalidades por acaso já incursas pelos pilotos em casos precisos e especificados nos regulamentos suplementares;

  PRÓLOGO = Prova de velocidade com intuito de formar a ordem de largada e pode valer como tempo de especial.

  REAGRUPAMENTO = Parada prevista pela organização para permitir o reagrupamento das equipes que se mantenham em prova e ou retorno ao horário ideal de prova. Os tempos de parada podem ser diferentes para cada concorrente;

  NEUTRALIZADO = Tempo durante o qual as equipes são paradas pela direção de prova por qualquer razão;

  PARQUE FECHADO = Zona em que nenhuma reparação ou intervenção é permitida, salvo em casos expressamente previstos pelo Regulamento Particular do Rally Baja;

  ADENDO = Boletim oficial datado e numerado. Os adendos passam a fazer parte do regulamento particular da prova. Devem ser afixados no quadro de informações oficiais e comunicados aos concorrentes o mais rápido possível. Todos os adendos serão assinados pelo organizador até a vistoria técnica, e pelo Júri no decorrer da prova. Os pilotos devem dar recibo no ato do recebimento dos adendos, exceto em caso de impossibilidade material durante o desenrolar do Rally Baja;

  CARTÃO DE CONTROLE = Ficha na qual serão feitas as anotações dos diferentes controles previstos no percurso;

  CH = Controle Horário;

  CP = Controle de Passagem;

  CHP = Controle de Horário de Partida;

  IZVC = Início de Zona de Velocidade Controlada (Início Zona de Radar);

  FZVC = Final de Zona de Velocidade Controlada (Fim Zona de Radar)

  DESCLASSIFICAÇÃO DA PROVA = Pena de exclusão decidida pelo Júri em caso de infração importante prevista ou não no Regulamento Desportivo.

  FORFETE = penalidade equivalente ao tempo máximo da especial, determinado pela organização da prova, aplicada aos competidores que não cumprirem por meios próprios o trajeto de cada prova dentro do tempo máximo estipulado.

ART.17 - INSCRIÇÕES:

As inscrições devem ser feitas em local e/ou site pré-determinados pela organização da prova. O valor da inscrição e a quantidade de vagas serão anunciados no regulamento particular. O piloto que perder o prazo de inscrição largará nas vagas se ainda existirem, caso não haja mais vagas este não participará da prova.

ART.18 - DEVERES DO PILOTO 

É dever de todos os pilotos participarem do Briefing e manter o mais alto espírito esportivo para os demais concorrentes, antes, durante e após a competição e respeitar todas as disposições constantes no presente regulamento e seus adendos, bem como o Código nacional de Trânsito e as disposições do código Estadual de Desportes. Podendo este ser penalizado ou desclassificado dependendo da infração.

ART.19 - CIRCUITO:

O percurso deverá ser praticável em qualquer tipo de tempo, para todos os tipos de veículos aceitos neste regulamento.

Em caso de força maior (chuvas, queda de barreiras e/ou pontes) ou atrasos ocasionados por acidentes, que obriguem a organização a alterar o trajeto de uma prova, a distância total deverá ter no mínimo 20 Km de especiais somando-se todas as provas válidas no dia, para validação da etapa.

ART.20 - RESPONSABILIDADE:

Ao assinarem a ficha de inscrição, os pilotos se comprometem a seguir o regulamento e se responsabilizam Civil e Criminalmente pelos seus atos, eximindo a FAM, a CBM, os organizadores, os promotores e patrocinadores da prova, de toda e qualquer espécie de responsabilidade por danos que venha a causar a terceiros e ou a si próprio, antes, durante e após o desenrolar da competição.

OBS: Todos competidores da prova se comprometem a devolver os equipamentos de GPS utilizados na cronometragem em perfeitas condições de uso ou indenizar a organização com o valor dos equipamentos acrescidos de nota fiscal e frete em caso de avaria nos mesmos.

ART.21 - MEIO AMBIENTE:

Os pilotos se comprometem a preservar o meio ambiente não poluindo as trilhas, os organizadores serão obrigados a retirar todo o material de sinalização no dia após o evento.

ART.22 - PREMIAÇÕES:

Serão premiados com troféus do 1º ao 5º lugares em cada categoria de motos, e pelo menos do 1º ao 3º lugares em cada categoria de Quadris e UTVs.

NOTA IMPORTANTE: Não será permitida premiação em dinheiro, premiação em forma de objetos será permitido apenas em forma de sorteio entre no mínimo os pilotos que foram ao pódio em cada etapa.

ART.23- REPAROS E MANUTENÇÕES:

1 - Fica proibido o apoio mecânico por não competidores dentro das provas especiais.

2 - Os reparos deverão ser feitos fora da trilha dos testes especiais, preferencialmente no Parque de Apoio da prova.

3 - O apoio mecânico será permitido somente no parque de apoio determinado pela organização de cada etapa. Qualquer tipo de intervenção em um veículo fora dessa área só poderá acontecer com anuência do diretor de prova e com o competidor fora da classificação na bateria em que esta intervenção ocorrer, sendo que no período enquanto este veículo estiver em manutenção, o mesmo não estará sendo considerado dentro da classificação da prova.

4 - Qualquer intervenção fora destas condições acarretará na desclassificação da equipe na prova/bateria em que o fato ocorrer.

ART.24 - VISTORIA:

O piloto não poderá trocar de veículo (chassi) no mesmo dia, podendo fazer a troca de suspensão, motor, peças, etc.

A qualquer momento durante a realização da uma prova, poderão ser efetuadas verificações complementares à moto, quadris ou UTV e ao piloto. O piloto é responsável durante toda a prova pela conformidade técnica do seu veículo.

IMPORTANTE: Não haverá controle de ruídos no Campeonato de 2017, porém os veículos não poderão largar sem o escapamento.

ART.25 - PARQUE FECHADO:

1 - Toda prova poderá ter uma área cercada destinada ao Parque Fechado.

2 - Na existência do Parque Fechado o Piloto é obrigado a deixar seu veículo dentro do parque, quando determinar a organização.

3 - No parque fica proibido, sem autorização da organização, qualquer reparo ou manutenção no veículo de competição, inclusive reabastecimento.

4 - O parque fechado inicia até 1 hora e 30 minutos e fecha 30 minutos antes do horário da largada do primeiro piloto.

ART.26 - BRIEFING:

Reunião OBRIGATÓRIA com todos os pilotos onde se passará informações importantes e relevantes sobre a prova, começa 30 minutos antes do horário de largada do primeiro piloto e é obrigatório para todos os pilotos.

ART.27 - PROVAS ESPECIAIS: (PROVA CONTRA O RELÓGIO)

- No início e no final das provas haverá uma placa indicando o local de largada e chegada,

- As especiais poderão ser divididas em duas ou mais, com placas de FIM e INICIO (reinicio) da especial de modo a manter o trecho seguro para os competidores ou comunidades por onde passa a prova. Neste caso a relargada será automática a critério do piloto, inclusive poderá ultrapassar ou ser ultrapassado durante o deslocamento entre um especial e outro, isto sem prejuízo do seu tempo cronometrado, tendo em vista que este deslocamento não conta tempo para a definição do resultado da etapa.

- As provas especiais podem ou não contar desde a primeira volta, devendo esta situação ser informada no Regulamento Particular da Prova.

ART.28 – LARGADA / ÁREA DE LARGADA:

O piloto se deslocará até o início da Especial, lá entregará seu cartão para anotações do Horário de largada pelo Fiscal (em caso de utilização deste), ou faz a largada por conta própria conforme ordem de largada disponível no local.

No início de cada especial se encontram os Fiscais de Largada, o piloto deve obedecer a fila pela ordem de largada estipulada pela direção de prova ou as instruções dos fiscais de largada que seguem a determinação da direção de prova. Antes do seu horário de largada, entregar o cartão de tempos ao fiscal de controle, quando houver.

ART.29 - CONTROLE DE LARGADA

Cada piloto é responsável por estar no local de largada 5 minutos antes do seu horário determinado pela organização, o fiscal de largada a critério da direção de prova poderá alterar a sequência de largada de um ou mais pilotos de modo a estabelecer uma sequência correta por nível de pilotagem.

Caso o piloto esteja impossibilitado de largar antes de se iniciar o seu tempo, o fiscal de largada só poderá reclassificar este para largar depois, com anuência do diretor de prova, neste caso sem prejuízo do seu tempo.

PARAGRAFO ÚNICO: Não será permitida a largada de pilotos atrasados, ou seja, o piloto que não estiver presente ao controle de largada em seu horário ideal (previamente divulgado), não poderá largar naquela bateria, salvo anuência prévia do diretor de prova, concedendo previamente um novo horário ao competidor, considerando eventuais quebras ou necessidade de manutenção, as condições do piso, pneus e handicap (histórico de resultados) dos concorrentes.

ART.30 - PERCURSO / MARCAÇÃO:

- O percurso deverá ser marcado por placas com setas indicativas de direção - direita e esquerda, sinal de confirmação de percurso e sinal de caminho errado, sinal de perigo, bumps, e outros conforme Anexo1 deste regulamento.

- Em áreas de difícil marcação, poderão ser colocados bumps indicativos do caminho.

- Não será usado marcação por spray devendo o piloto ignorar marcação por spray em postes, coqueiros, pedras, etc.

- RADAR, em áreas urbanas, cidades e povoados onde a organização determinar, a velocidade máxima é de 40KM/H sendo penalizado o piloto que trafegar em velocidade maior que esta.

ART.31 - ÁREA DE CHEGADA

No final do trecho cronometrado estará a placa de FIM DE ESPECIAL e um fiscal, a partir deste momento O PILOTO É OBRIGADO A REDUZIR SUA VELOCIDADE para um máximo de 40 km/h de modo a manter a sua segurança e a dos demais expectadores, tendo em vista que a partir daí o trecho se encontra aberto a circulação de veículos, animais, carroças, etc.

EM HIPÓTESE ALGUMA O PILOTO DEVERÁ RETORNAR EM SENTIDO CONTRÁRIO A PROVA.

Para fins de cronometragem só se considera o tempo de chegada quando o conjunto piloto e motocicleta e/oi quadriciclo e/ou UTV ultrapassar a fotocélula e/ou linha de chegada, mesmo que seja empurrando seu veículo.

É OBRIGATÓRIO A ANOTAÇÃO DO TEMPO DE CHEGADA NO CARTÃO DE TEMPOS (quando houver).

ART.32 - FORFETE:

O piloto que completar uma especial do percurso da prova terá o direito de “forfetar” as especiais não completadas, a ele será atribuído o tempo máximo de cada especial não completada. Que será definido pela direção de prova, e constará no regulamento particular, caso não esteja pré-definido, será usado 2 (duas) vezes o PIOR tempo da especial.

ART.33 - PENALIZAÇÕES:

O piloto sofrerá uma penalização em tempo por cada infração a seguir. As penalizações serão impostas pela observação dos comissários ou Diretor de prova e agentes das autoridades do Trânsito. Tal penalização deverá ser comunicada ao piloto no final da etapa.

          60 segundos.... Por cada infração leve ou média de trânsito.

          60 segundos.... Por obstruir ou tumultuar propositalmente os testes especiais na largada.

          30 segundos.... Por cada Pico de velocidade alcançado em zonas de Radar.

          60 segundos.... Por não estar presente à linha de largada quando o fiscal determinar.

          03 minutos....... Por encurtar e/ou caminho cada vez que passar a mais de 20 metros do roteiro definido através de WPT (waypoints).

33.1 - Caso um competidor perca mais de 5 way points em uma prova especial, ele não terá seu tempo validado e receberá apenas 1 ponto na classificação daquela prova especial.

ART.34 - ABANDONO:

Para controle da Direção de Prova, visando também à segurança, durante cada prova os abandonos devem ser reportados o mais rápido possível, diretamente pelo piloto ou seu assistente (apoio). A não observância dessa norma poderá penalizar o piloto pela Direção de Prova e pela FAM, chegando até a sua desclassificação.

No caso de abandono da prova, o piloto além de comunicar a Organização.

ART.35 - DESCLASSIFICAÇÃO:

São motivos para desclassificação, devendo haver reclamação por escrito de um concorrente ou de um comissário desportivo, o direito de defesa do competidor e julgamento pelo júri de prova:

  1. Retirar ou danificar propositalmente sinalização da prova, Placas e Bumps.
  1. Obstruir propositalmente a trilha de uma prova especial.
  1. Ingerir bebida alcoólica antes (pela manhã) e durante o evento.
  1. Transitar em alta velocidade nas cidades ou povoados.
  1. Não respeitar a propriedade alheia (sítios, fazendas, etc.)
  1. Colocar a vida de crianças, pedestres ou ciclistas em risco.
  1. Nas provas especiais pilotar propositalmente em sentido contrário.
  1. Cometer uma infração Grave ou Gravíssima de trânsito, comprovado por autoridades competentes.
  1. Empinar ou outras exibições em vias públicas.
  1. Atitudes antidesportivas contra concorrentes (após julgamento).
  1. Desrespeitar autoridade da prova (Diretor, Comissários, Membros do Júri).
  1. Participar com motocicleta sem documentos que comprovem sua propriedade e/ou permissão do proprietário.

ART.36 - BONIFICAÇÕES:

O piloto que parar dentro de uma prova especial para socorrer concorrente vítima de acidente (comprovado pelo jurí), após checado e comprovado as informações, terá seu tempo gasto neste atendimento excluído desta volta e poderá ainda ganhará um bônus de até 10 (dez) segundos.

Portanto após ter havido o resgate da vítima o piloto deverá voltar para a prova. Este fato deverá comprovado pelo Diretor de prova junto a outros pilotos. Esta bonificação será atribuída no máximo há 3 (três) pilotos que socorreram a vítima.

ART.37 - RESULTADO:

Ao término de cada prova (bateria) ou a critério da organização, cada piloto deverá descarregar seu GPS junto à organização e terá que aguardar seu resultado individual a fim de conferir e expor reclamações quanto à seus tempos caso houver, será divulgado o resultado Parcial por categoria devendo os pilotos que não concordarem com o tempo do concorrente entrar com o recurso no prazo máximo de 10 minutos após a divulgação da parcial de sua categoria, este recurso deverá ser por escrito e ser fundamentado em situações reais não em hipóteses.

O resultado Final sairá após aprovação do resultado parcial e julgamento dos recursos caso haja.

O piloto que não estiver presente quando da divulgação do seu resultado individual e do resultado parcial, perdendo o prazo para reclamações, não poderá reclamar posteriormente mesmo havendo erro em seus tempos.

ART.38 - PROTESTOS:

- Os protestos contra pilotos, veículos e atitude anti-desportiva deverão ser feitos por escrito pelo piloto e entregue ao Diretor de Prova, até 05 (cinco) minutos após o horário ideal de chegada do último competidor.

- Protestos contra resultados deverão ser feitos por escrito pelo piloto e entregues ao Diretor de cronometragem até 10 minutos após a divulgação do resultado parcial em questão.

- Todos os protestos devem ser individuais e ESPECIFICOS POR ITEM e acompanhados de uma taxa no valor da inscrição da prova.

- Os protestos serão avaliados pelo Júri da Prova; caso haja procedência o valor será devolvido ao reclamante, caso contrário, reverterá a favor do Organizador da Prova.

- Não cabem protestos contra decisões das autoridades da prova.

- Conforme estatutos da FAM e Código Disciplinar da CBM para recurso contra decisão do Júri da Prova o reclamante deverá encaminhar seu recurso a Comissão Disciplinar da CBM no prazo de 5 dias e acompanhado do valor de 05 salários mínimos.

- No caso de recurso contra decisão da Comissão Disciplinar o recurso deverá ser encaminhado até 10 dias após sua divulgação ao Tribunal de Justiça Desportiva e acompanhado do valor de 10 salários mínimos.

 

Maceió, 16 de janeiro de 2017.

 

COMISSÃO DE RALLY E BAJA – FAM

OBS: ESTE REGULAMENTO PODERÁ SOFRER ALTERAÇÃO MEDIANTE REUNIÃO DA DIRETORIA DA FAM, PORTANTO A VERSÃO DO REGULAMENTO DEVERÁ SER VERIFICADA NO FINAL DA PÁGINA E COMPARADA COM A PUBLICADA NA INTERNET.

 

ANEXO 1

 

 

 

 

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